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  • Besouro da Silva

Sucesso temperado com pimenta

Os Baniwa vivem em comunidades e sítios que integram o complexo cultural do noroeste amazônico, nas cabeceiras da bacia do Rio Negro, entre Brasil, Colômbia e Venezuela. Reconhecidos pela qualidade da cestaria de arumã que produzem, os indígenas da etnia também estão conquistando o paladar de fãs e novos mercados no país e no exterior com a sua Pimenta Jiquitaia Baniwa.


O produto já que se tornou uma importante fonte de renda especialmente para as mulheres, as principais envolvidas no processo produtivo. São elas que cultivam os frutos, organicamente, nas roças e quintais das comunidades do rio Içana e afluentes. As jiquitaias são misturas de dezenas de variedades de pimentas do gênero Capsicum spp, desidratadas e moídas com sal especial. A diversidade dos frutos e dos modos de preparo se refletem pluralidade de cores, texturas e sabores do produto, que têm um alto grau de picância. Hoje os baniwa já contam com uma rede de Casas de Pimenta, com cinco unidades, onde acontecem o beneficiamento, a rotulagem e o envase.

Grandes nomes da cozinha nacional já se renderam ao produto. No site do restaurante D.OM., do premiado Alex Atala, por exemplo, a Pimenta Baniwa aparece com destaque ao lado de outros ingredientes genuinamente brasileiros usados pelo chef.


Ficou com vontade de provar? Não tem problema: a Pimenta Jiquitaia Baniwa está em lojas físicas e também na internet. Os endereços, para visitas presenciais ou online, podem ser conferidos no www.artebaniwa.org.br/pimenta-baniwa/#onde-encontrar.

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