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Voando alto, a história do reciclador Sabiah

Voando alto, a história do reciclador Sabiah

Recomeçar tem aquela coisa de não saber para onde ir, né? Querer fazer a diferença é ainda mais complicado, porque fazer o quê? Mas ainda bem que o Rodrigo dos Santos Ramos sabiah o que fazer. Nossa, tão rápido? Sim, rapidinho! Ninguém quer perder tempo, né?

O amigo de infância do nosso professor Vinicius precisava de uma direção, só pra saber como é que era. Porque saber começar é o essencial e, às vezes, uma ajudinha sempre cai bem. Mesmo ainda morando na Argentina, lá foi o professor mentorar à distância nosso passarinho. Dica depois de dica, aprendizagem atrás de aprendizagem e o cara das latinhas mudou de vida. Ué, latinhas? Sim, latinhas, papelão, garrafas pet… O que vem do lixo? Tudo o que vem do lixo e que dê para reciclar, olha que delícia pro planeta!

A Usina de Reciclagem fica no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, e a oportunidade de criá-la era a vontade de colocar a mão na massa e ver que podia fazer muito mais. E você tá me dizendo que foi facinho assim? O Sabiá sabe que não foi tranquilo, mas tem coisa melhor do que fazer as coisas do seu próprio jeito e saber que tudo tá lindo porque aconteceu do jeito que você queria?

O cara dos papelões já trabalhava com a reciclagem, mas como funcionário, agora imagina o orgulho por ter a própria reciclagem, hein? E ele saiu de funcionário pra virar chefe? Mais ou menos. Empreender é muito mais do que ser chefe, é descobrir fazer tudo – tem que saber lidar com as finanças, com as compras e com o público. E não foi difícil? Nossa, ô se foi. O Sabiá teve que aprender um monte de coisas novas, especialmente comprar o material e revendê-lo bem rapidinho, para girar o dinheiro do caixa. Depois disso foi tudo beleza? É, ficou melhor. Os clientes chegaram bem naturalmente, sem esforço demais. E foram ficando, voltando. Tudo por causa do lixo? O preço estava bom, mas o cara da reciclagem sabia que não era apenas isso. O que foi, então? Ah, o Sabiah entendia como tratar bem as pessoas! Assim fica fácil, né?

O lixo que gera renda e muda vidas
“O cara dos papelões já trabalhava com a reciclagem, mas como funcionário, agora imagina o orgulho por ter a própria reciclagem, hein?”

O lixo que gera renda e muda vidas



E o lixo dá dinheiro? Muito! Porque o lixo está em todos os lugares, né? Nunca vai faltar. E não só latinhas, mas lixo eletrônico e cobre, que vem das obras. O potencial que o cara dos voos altos vê no segmento em que trabalha é grande. A gente nunca para de comprar essas coisas, né? Então, o Sabiah sempre vai ter o que fazer com elas! Segundo ele, só tem que saber como trabalhar mesmo. E como? Uma boa ajuda são as parcerias. E com quem? Além de pessoas comuns que querem se livrar do lixo, dá também para as empresas participarem e colaborarem! Doar esse material é aumentar a atividade nesses locais. Já pensou o quanto as empresas gastam para descartar o lixo que produzem? Doá-lo para a reciclagem é uma forma de diminuir os custos, olha só!

Apesar do preconceito que acontecia no início, quando um carro ou uma moto não podia recolher os descartes para reciclagem e o Sabiah precisava fazer algumas viagens de ônibus, hoje, o cara que viu no lixo uma chance de crescer já tem muita coisa conquistada depois disso. E não é que deu certo? Deu muito certo, sim! Uma casa para si, para a mãe e o galpão onde trabalha foram conseguidos tudo por causa da reciclagem!

Empreendedor do lixo, tá tendo, sim! E nada mais poderia fazer esse cara feliz. A autonomia e a vontade de crescer sempre vencem. Perder o ânimo e a motivação não está com nada. Olha aí o nosso passarinho: ainda tem muito o que voar!

*Agência Besouro / Redatora: Marina Spim

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