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Moda para pedalar no estilo

Moda para pedalar no estilo


Quem é fã de bicicleta não perde uma oportunidade de mostrar a sua paixão por ela. Até na hora de se vestir. Com foco nesse público-alvo, Ricardo Oliveira, 36 anos, do Rio de Janeiro (RJ), se prepara para abrir a Bike Ando, com a ajuda do Bike Negócio.

A ideia surgiu de um desejo seu não atendido pelo mercado. “Eu queria usar camisas que tinham a imagem da bicicleta e vi que só se encontra pela internet. Quando fui comprar roupa em uma loja que já sou cliente, perguntei se tinha alguma camisa com estampa de bicicleta e me responderam que era mais surf. Respondi que eu só conhecia uns cinco amigos que surfava, mas que pedalava conhecia muita gente”, conta.

Foi depois dessa experiência que Ricardo teve a ideia de abrir a loja. “Com o curso, vi a possibilidade de tirar do papel. Hoje você encontra moda de muita coisa, até de bike, mas com baixa representatividade. Pra mim, todas as peças têm que ter a imagem da bicicleta”, enfatiza.

Conforme o futuro empreendedor, que sempre quis ter o próprio negócio, o curso foi essencial para a parte financeira e de planejamento do negócio. Além disso, ampliou o conhecimento sobre mídias sociais e ampliou os contatos pessoais e profissionais. “Bons networks e amizades, acima de tudo”, destaca.

Para começar a tornar o sonho realidade, Ricardo irá fazer orçamentos com confecções para saber a viabilidade da fabricação das camisetas, seu produto inicial. “Eu vou buscar uma confecção que forneça um produto de qualidade e dentro da margem que eu orcei no curso. Se não for viável, vou ficar na parte de projetar as peças. O meu intuito é que a peça seja usual tanto no dia a dia quanto no pedal, trazendo uma experiência das roupas que usamos quando pedalamos. Um exemplo seria o bolso na parte de trás da camisa”, acrescenta.

A proposta é ter uma loja física e também online. “Gostaria muito de ter no shopping uma loja de moda bike com bicicletas só como decoração. Quando o cliente perguntar o preço da bike, o vendedor responder que ela é só parte da decoração e que vendemos roupas despojadas e usuais a partir dela”, diz.

Esse amor todo pela magrela não é de hoje. Começou quando Ricardo ainda morava em Vila Velha (ES), época em que decidiu praticar as três modalidades do triátlon. “Consegui botar a corrida em prática, mas não tinha iniciado nem o ciclismo e nem a natação. Em 2011, voltei pro Rio e foi a partir daí que comecei a pedalar como hobby, pois já andava desde pequeno de bike. De lá pra cá, conheci muita gente e montei com mais dois amigos um grupo de pedal chamado Pedal Santa Cruz, que fica na zona oeste e onde até hoje estou pedalando”, destaca.

A maior dificuldade prevista por ele é justamente arrumar uma confecção que fabrique e coloque a estampa como ele deseja e dentro do previsto para o investimento inicial. A sua maior meta é dar reconhecimento à moda bike. “Tornar-me referência em moda bike, pois entendo que podemos representar esse meio de transporte sem estar em cima dela”, completa.

Redação: Priscilla Panizzon/Agência Besouro

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