Histórias de Lacrimejar

Documentação (e respeito) em dia

Documentação (e respeito) em dia


Ser organizado é muito importante na vida pessoal. Porém, quando se trata de uma empresa, manter tudo organizado é ainda mais importante. Para ajudar nessa tarefa, o Wagner Wessfll, 26 anos, de Porto Alegre (RS), criou a CW Consultoria. Ele é um dos alunos da primeira turma do curso Diversidade Empreendedora.

A vontade de participar da capacitação veio quando Wagner viu que ela se encaixava em um desejo antigo. “Decidi fazer por que já vinha buscando cursos de empreendedorismo, mas sem muito foco. Participar de um curso tão completo como esse foi uma experiência mais ampla e aprofundada no tema”, explica.

A ideia de abrir o empreendimento não é de hoje e envolve mais um membro da família, a irmã do besouro, Cyntia Wessfll. “Nós dois somos formados em Biblioteconomia. Eu ainda tenho formação e experiência na área de TI [Tecnologia da Informação). Então, a gente gostaria de abrir uma consultoria que abrangesse essa área, mas nunca tivemos coragem de dar o primeiro passo”, conta.

Agora, depois de passar pela metodologia By Necessity, ele se sente mais preparado para se tornar um empreendedor ao lado da irmã. “Ainda bate alguma insegurança. É preciso buscar mais informações e conhecimento, mas muitas coisas consegui aprender no curso e agora só preciso colocá-las em prática”, diz.

A parte financeira, antes uma grande lacuna, hoje não é mais um bicho de sete cabeças. “Aprendi que é bem mais fácil do que parece”, confidencia. Fazer os cálculos de preço, custos, lucro... Tudo isso ficou mais claro depois de se tornar um besouro!

Conforme Wagner, o diferencial do seu negócio, que tem outras empresas como público-alvo e clientes, é o conjunto da obra: o seu perfil pessoal e também o profissional. “Acho que são meus conhecimentos técnicos aliados aos meus conhecimentos de mundo. Creio que eu seja uma pessoa muito dinâmica e adaptável”, pontua.

A ideia é começar trabalhando em casa, na modalidade home-office. Os próximos passos, de acordo com o biblioteconomista, são colocar o plano de ação em prática, criar canais de divulgação nas redes sociais, falar com possíveis parceiros e procurar oportunidades de atuação. O foco é criar produtos e serviços de gestão documental e informacional personalizados para os clientes, com um toque de personalidade dos donos.

A vontade de enveredar pelo empreendedorismo passa pelo desejo de obter independência financeira. Mas os dois querem ir além do lucro! Como? Ajudando outras pessoas, aquelas que fazem parte das minorias. “Quando o negócio crescer e eu precisar de mão de obra, com certeza darei prioridade para gays, lésbicas, trans, negros, pobres…”, salienta.

A visão a longo prazo já está bem definida! “Obter independência financeira prestando um serviço que nós somos especializados e gostamos de fazer, tentando sempre olhar o lado social do negócio, ajudando pessoas que não tenham muita oportunidade, seja por suas orientações sexuais, raça ou gênero”, destaca.

Um curso de empreendedorismo voltado ao público LGBTQI+, para Wagner, é de extrema importância. “Todo curso é válido, mas um voltado para essas populações é essencial, visto que elas enfrentam outras batalhas e outros tipos de resistência, além das comuns, também vivenciadas pela população heterossexual”, finaliza.

Redação: Priscilla Panizzon/Agência Besouro

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