Histórias de Lacrimejar

Banana pra dar e vender

Banana pra dar e vender


Banana é quase uma unanimidade, porque é aquele tipo de fruta que praticamente todo mundo gosta. Fica bom em doce, salgado, fria, quente… Quem sabe bem isso é Jeosué Witt, 18 anos, de Itati. Ele participou da capacitação ‘A Riqueza das Áreas Rurais: Agro e Turismo’, em Terra de Areia para impulsionar a sua marca: BANAWITT.

O slogan que decidiu incorporar mostra qual é o seu foco: “Produzindo qualidade e vendendo saúde”. Bacana, né? “Sou bananeiro e trabalho com minha família. Produzimos banana e vendemos diretamente em Porto Alegre em feiras de sábado e domingo”, conta.

A decisão por participar do curso pela metodologia By Necessity veio da vontade de ampliar as ideias, ver coisas novas e aprender mais. E funcionou! Já são várias mudanças previstas. Para começar, organizar as contas! “Pretendo refazer todos os cálculos em relação a despesas e investimentos”, destaca.

Outra coisa será rever os produtos cultivados. “Plantamos um pouco de verdura, mas, depois do curso, pretendo parar com ela e plantar mais banana, porque é o meu carro-chefe na empresa. No caso, alocar a mão de obra para isso, onde está me dando resultado, pois percebi que a verdura não nos dá retorno”, salienta.

O conteúdo que Jeosué mais gostou? Análise de mercado! Mais precisamente, sobre a criação da Matriz FOFA (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças). “Com ela, consegui ver os pontos fracos e fortes e pensar em mudanças”, enfatiza.

A divulgação do negócio fica no bom e velho boca a boca. “Como meu pai já vende naquela feira há 30 anos, nosso produto já é reconhecido. Produzimos mais e mais banana faz uns 15 anos, mas, sim, seria bom fazer algum outro tipo de divulgação”, diz.

Conforme o jovem, o diferencial do produto é a boa qualidade e o bom atendimento ao cliente. As metas do besouro para daqui para frente são bem claras: aumentar a produção e também a venda direta.

Sobre a vida de empreendedor, para Jeosué, é uma labuta de altos e baixos. “O mais difícil na minha opinião é quando se perde muito, pois até recuperar e sanar o problema demora”, explica. Mas ele não pensa em ser outra coisa, não! “De repente, eu faço algum curso para ter mais noção de mercado e das pessoas”, acrescenta.

O jovem agricultor fala com todas as letras que gosta de trabalhar com a terra. “Muito! Mais especificamente sendo bananeiro, porque é algo que faço que me acalma. Além disso, toda mão de obra e investimento que emprego me dão o retorno esperado”, conclui.

Redação: Priscilla Panizzon/Agência Besouro

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